Olá Desvendadores de Segredos, como vocês estão?
Hoje vou trazer a resenha do livro que se eu não me engano li ele em dois dias de tão bom que ele é 😍😍 então vamos conferir?
Um dos autores mais influentes do século 17, John Bunyan (1628 – 1688) foi um fenômeno cultural singular cuja aparição na história das ideias cristãs possui um caráter surpreendente se levarmos em conta quem Bunyan era e sua história de vida, o contexto histórico em que vivia e o ambiente cultural e teológico ao qual pertencia.
Apesar de todas estas forças adversas e contra qualquer expectativa, Bunyan produziu uma obra literária não só de grande repercussão e influencia no mundo protestante como também de reconhecido valor literário.
Sua obra – prima, O Peregrino, só perde para a Bíblia em número de exemplares vendidos e influencia nos círculos cristãos mais conservadores.
Hoje vou trazer a resenha do livro que se eu não me engano li ele em dois dias de tão bom que ele é 😍😍 então vamos conferir?
Um dos autores mais influentes do século 17, John Bunyan (1628 – 1688) foi um fenômeno cultural singular cuja aparição na história das ideias cristãs possui um caráter surpreendente se levarmos em conta quem Bunyan era e sua história de vida, o contexto histórico em que vivia e o ambiente cultural e teológico ao qual pertencia.
Apesar de todas estas forças adversas e contra qualquer expectativa, Bunyan produziu uma obra literária não só de grande repercussão e influencia no mundo protestante como também de reconhecido valor literário.
Sua obra – prima, O Peregrino, só perde para a Bíblia em número de exemplares vendidos e influencia nos círculos cristãos mais conservadores.
Todas as obras alegóricas de Bunyan, incluindo está, já foram livros muitos populares nos países de língua inglesa, notadamente na Escócia e nos Estados Unidos.
Os
tempos mudaram, os gostos mudaram, as ideias mudaram, e os livros de Bunyan
caíram no esquecimento. Vale a pena, entretanto, ler estas antigas alegorias
não só pela sua beleza literária, reconhecida pelos críticos desde o movimento
romântico, mas também pela natureza edificante das ideias aqui presentes.








